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Como Vencer o Desafio de Engajar Pessoas no Século 21

Praticamente todas as organizações do mundo padecem atualmente de um mesmo mal: o baixo nível de entusiasmo e envolvimento de seus colaboradores. Apesar dos esforços empregados, o que a grande maioria dos líderes afirma é que engajar os profissionais do século 21 é um desafio cada vez mais complexo. No entanto, o ponto crucial parece estar no desenvolvimento de líderes mais atentos ao lado humano de suas equipes.

Segundo o estudo “Tendências Globais do Capital Humano”, realizado pela consultoria Deloitte, com 2,5 mil líderes de recursos humanos de 94 países(sendo 40 brasileiros), apenas 13% dos funcionários em todos o mundo estão ativamente engajados no trabalho e mais do que o dobro disso está tão desengajado que é propenso a espalhar negatividade para os demais.

Do lado dos líderes de negócios e de RH, os números também assustam: 86% acreditam que não têm um sistema de desenvolvimento de liderança adequado, 79% que têm um problema importante de retenção e engajamento, 77% não sentem que possuem habilidades de RH certas para resolver o problema.

Já no Brasil, os resultados são ainda piores: para 98% dos gestores é preciso melhorar o desenvolvimento de liderança, 95% não estão satisfeitos com seus programas de retenção e engajamento e 92% sentem que é preciso incrementar a gestão da área de RH.

A importância de uma forte cultura empresarial

O cenário de permanente mudança que as corporações vêm tendo de enfrentar combina tanto a aceleração dos processos – como o acesso a um volume ímpar de informações – a influência de diferentes gerações compondo as equipes, além do aumento das demandas por mais qualidade de vida no ambiente de trabalho.

E isso tem criado desafios inéditos para a gestão de pessoas. Ou seja, Manter os colaboradores engajados neste momento é uma empreitada complexa, mas fundamental às empresas que desejam se destacar no mercado. Perceber sentido em seu trabalho é o que pode fazer a diferença para esse profissional e tem tudo a ver com a cultura empresarial e o tipo de liderança aplicado.

O brilho nos olhos é despertado por critérios mais subjetivos, como a percepção de confiança, respeito, flexibilidade e sentido de missão. Ou seja, compensação financeira é importante, mas não o suficiente: é preciso dar às pessoas motivos para renovarem seu interesse diariamente pelo que estão realizando. Por isso, a instituição precisa ter um propósito em que se possa acreditar.

A qualidade das interações

O estudo “World HapinessReport”, publicado pela Organização das Nações Unidas(ONU), delimita o nível de felicidade em cada país e ratifica a ideia de que organizações que valorizam as pessoas propiciam maior nível de bem-estar entre seus colaboradores. Na análise, grandes empresas das nações mais felizes(Dinamarca, Noruega, Suíça, Holanda e Suécia) são também as mais bem sucedidas. Um dos motivos é que aprenderam a construir ambientes de trabalho humanistas e que deixam as pessoas pensarem.

Assim, um ambiente com empatia ajuda a construir, de forma mútua, a confiança e o respeito, abrindo espaço até mesmo para expressar emoções, sentimentos e encorajar a resolução de problemas. É importante que as empresas percebam que o foco em resultados e foco em pessoas andam, cada vez mais, de mãos dadas.

Pensamento empático fortalece o time

Nesse sentido, já se sabe que há cinco elementos que impulsionam uma força de trabalho altamente engajada: o trabalho em si; o ambiente; a flexibilidade e a inclusão no local de trabalho; a capacidade das pessoas para aprender e crescer; e a confiança e sentido dados pela liderança.

Mas como, afinal, desenvolver uma liderança capaz de avivar uma disponibilidade, cada vez mais rara?

Mais do que nunca, o trabalho é visto como parte integrante de nossas vidas. A questão do equilíbrio entre profissional e pessoal, bem como a busca por paixão e envolvimento, inclusive no ambiente corporativo, são realidades indiscutíveis.

Dessa forma, empresas com “alma”, nas quais o colaborador sente que pode crescer e se desenvolver e onde não está apenas desenvolvendo uma atividade remunerada, são aquelas com reais chances de engajar.

Outro Strip

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