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Dia da Saúde Ocular: conheça os problemas mais comuns de visão

Na semana em que a importância de cuidar da saúde dos olhos é reforçada, explicamos quais são as principais queixas e tratamentos relacionados ao assunto para que você não tenha mais dúvidas
Na semana em que a importância de cuidar da saúde dos olhos é reforçada, explicamos quais são as principais queixas e tratamentos relacionados ao assunto para que você não tenha mais dúvidas

Como seria sua vida se não pudesse enxergar ou tivesse parte da visão comprometida? Infelizmente, essas duas situações são uma realidade para um número expressivo de pessoas. Pois é, aproximadamente 216 milhões de pessoas no mundo apresentam algum tipo de deficiência visual, sendo 36 milhões cegas.

 

As informações são do relatório "As Condições da Saúde Ocular no Brasil 2019", elaborado pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), com base em dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras instituições que cuidam do tema.

 

Preocupante, não? Por isso, é importante cuidar da saúde dos olhos desde cedo e tornar a ida ao oftalmologista - ao menos uma vez ao ano - um hábito. Só assim é possível diagnosticar doenças silenciosas e em estágio inicial, além de evitar a cegueira.

 

Tem dúvidas sobre o assunto? Então, esta é a hora!

 

Se o que você precisa é de um estímulo para se conscientizar sobre a importância de cuidar melhor dos seus olhos, saiba que existe uma data especial para isso. Estamos falando do Dia da Saúde Ocular, comemorado em 10 de julho.

 

Para mostrar que estamos juntos nessa iniciativa, separamos as principais queixas associadas a deficiências visuais que ouvimos no dia a dia. Veja se você se identifica com alguma e aprenda a identificar os problemas oculares mais comuns:

 

“Não consigo enxergar de longe”

 

Se essa é uma reclamação constante na sua vida, então saiba que pode estar sofrendo de miopia. O problema se caracteriza por um erro de refração, que faz os raios luminosos formarem o foco antes da retina. É o distúrbio refrativo mais comum no mundo, podendo ser causada por diversas variáveis - entre eles, o fator genético. Os principais métodos para correção desse problema são o uso de óculos de grau, lentes de contato e cirurgia a laser, se houver indicação do médico.

 

“Quando vejo algo de perto, fica tudo embaçado”

 

Esse é o principal sintoma da hipermetropia. Nesse caso, a imagem é focada atrás da retina, impactando diretamente na capacidade de enxergar objetos próximos e no desempenho de atividades como leitura de textos, artesanato e costura. Outros sinais de que você pode ter hipermetropia são dores de cabeça e sensação de peso ao redor dos olhos. O tratamento é o mesmo para quem tem miopia.

 

“Sinto minha vista cansada”

 

Essa sensação é tão comum que costuma ser o nome popular da presbiopia. O problema está relacionado à idade, ou seja, acomete todas as pessoas com mais de 40 anos, sendo algo inerente ao processo de envelhecimento humano. Tecnicamente, é caracterizada pela perda progressiva da capacidade de acomodação do cristalino do olho, prejudicando a visão para perto. A correção acontece por meio do uso de óculos ou lentes de contato específicas. Sem tratamento, a dificuldade para enxergar objetos próximos, como um livro ou revista, pode causar dores de cabeça e atrapalhar a rotina.

 

“Parece que está tudo borrado e meu olho fica muito sensível à luz”

 

Estamos falando do astigmatismo, doença ocasionada pela irregularidade da córnea. Por conta disso, a imagem chega distorcida, pois é focalizada em dois pontos separados na retina. Dessa forma, é comum as pessoas reclamarem de “visão dupla”. Os sintomas variam de acordo com a gravidade do problema e o astigmatismo geralmente está associado a outros distúrbios de refração, como miopia e hipermetropia. As lentes para óculos conhecidas como cilíndricas são a principal forma de corrigir o problema, mas também é possível usar lentes e recorrer à cirurgia refrativa.

 

“Tenho dificuldade em enxergar com nitidez, como se tivesse uma névoa na frente”

 

Esse sintoma até pode ser confundido com alguma outra deficiência visual, mas basta uma conversa mais aprofundada com o oftalmologista para que ele realize o diagnóstico de catarata. A doença ocorre quando o cristalino se torna opaco, contribuindo para uma visão embaçada que lembra uma névoa diante dos olhos. Com o passar do tempo, gera perda da visão. Geralmente acomete pessoas com mais de 70 anos. O tratamento consiste em uma cirurgia para retirada do cristalino opaco dos olhos e inserção de uma lente artificial que recupera a função perdida.

 

Outros problemas visuais, como degeneração macular, glaucoma, retinopatia diabética e ceratocone, merecem sua atenção. Por isso, não deixe de se informar também sobre essas deficiências e procurar um oftalmologista se apresentar algum sintoma.

Sobre o Autor

Viver Bem

Viver Bem é o programa de qualidade de vida da Estácio.

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